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A Administração de Repressão às Drogas dos Estados Unidos (DEA, na sigla em inglês) anunciou uma recompensa de até US$ 25 milhões por informações que resultem na prisão ou condenação de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela.
Além de Maduro, a DEA também busca dados que levem à captura de dois ministros do alto escalão do governo venezuelano: Diosdado Cabello, titular da pasta do Interior, Justiça e Paz, e Vladimir Padrino López, ministro da Defesa. Todos são membros do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), legenda que sustenta o regime chavista no poder.
As autoridades norte-americanas acusam Nicolás Maduro de envolvimento direto em atividades de narcotráfico internacional. De acordo com o governo dos EUA, ele estaria à frente de uma rede criminosa conhecida como Cartel de los Soles, suspeita de atuar no tráfico de cocaína, no fornecimento de armas e na promoção de ações ligadas ao narco-terrorismo.
Na última sexta-feira (25), a gestão de Donald Trump classificou oficialmente o Cartel de los Soles como uma organização terrorista internacional.
“O Cartel de los Soles é um grupo criminoso sediado na Venezuela, liderado por Nicolás Maduro Moros e outros integrantes de alto escalão do regime de Maduro. O grupo fornece apoio material a organizações terroristas estrangeiras que ameaçam a paz e a segurança dos Estados Unidos, em especial o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa”, informou o Departamento do Tesouro dos EUA em nota oficial.
No domingo (27), o Secretário de Estado Marco Rubio (Partido Republicano) reforçou a posição norte-americana em relação ao governo venezuelano. “Maduro não é o presidente da Venezuela e seu regime não é o governo legítimo”, declarou, por meio de comunicado público.
A recompensa bilionária reforça a ofensiva de Washington contra o regime chavista e marca uma nova escalada na tensão diplomática entre os dois países. (Foto: divulgação; Fonte: Poder360)

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